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28 abril 2008

:: [ MENSAGEM ] :: Os Pavilhões de Betesda.

(João 5: 1-15)

Introdução:
É impressionante o que leva uma pessoa esperar 38 anos de sua vida por uma cura. Isso não tem outro nome a não ser esperança. Vemos aqui neste texto o Paralítico de Betesda, homem que, apesar de ter fé e esperança, não alcançava seu milagre.
Por que em?

Vejamos:

1 – Ele esperava o movimento das águas (v. 3).

Acreditava que seu milagre estava associado ao grande agito, ao estrondoso, ao que chama a atenção. Para ele enquanto estivesse silêncio sinal de normalidade e barulho de águas esperança renovada. Jesus Chega e se apresenta num dia em que ninguém por ali o esperava e opera o milagre sem mover de água nenhuma.

Elias esperava ouvir Deus no Terremoto, no temporal, no muito barulho, entretanto, Deus se apresenta ao profeta soprando como brisa suave.

Aprendo então que mesmo quando tudo esta calmo; Deus está operando um milagre em minha vida.

2 – Ele esperava a presença do Anjo (v. 3).

É impressionante mas como esta fé caótica é tão forte entre nós. Vejamos que o homem estava diante do Criador dos anjos; Jesus, o Próprio Deus encarnado, mas a fé dele estava condicionada ao anjo.

Para todos que estavam ali.a presença do anjo era garantia de milagres. Isso nos remete a Moisés; onde Deus promete a presença de um anjo para acompanha-lo na jornada pelos desertos. Moisés entende que a presença do anjo seria interessante mas não o suficiente e diz: Senhor se tú não fores comigo eu não saio daqui. A presença de um anjo é boa mas a de Deus é insubstituível.

3 - Ele acreditava que era por culpa dos outros que ele estava ali (v. 7).

Jesus faz uma pergunta fácil de responder: “Queres ser curado?” A resposta deveria ser sim ou não, entretanto o homem faz uma transferência culpando os outros por sua situação. Jesus não pergunta de que é a culpa, mas se queres receber o milagre.

Aprendo que; muitas vezes deixamos de receber as benções de Deus simplesmente porque não reconhecemos que a culpa esta em nós e não no próximo.

Jesus só vai operar o milagre se eu reconhecer que estou enfermo e que preciso do remédio.


Conclusão: Se você ainda culpa a Igreja, o pastor, a irmã “A” ou o irmão “B” pela sua doença ou pela falta das bênçãos em sua vida, ou mais, por você estar distanciado de Deus. Quero te dizer que, indubitavelmente, você é mais um paralítico de Betesda e precisa vencer estes pavilões.

Queres ser curado?


Pr. Valter José G. da Silva
Aeroporto de Brasília – DF

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